segunda-feira, 8 de novembro de 2010

FAMÍLIA



FAMÍLIA, FONTE DE SANTIDADE

Deus nos criou para vivermos em família, como Ele mesmo é uma Família, Três Pessoas distintas em uma única natureza. Quando o Catecismo fala da família, começa dizendo que: Jesus, ao vir ao mundo, não precisava necessariamente viver em uma família, mas Ele assim o quis, para deixar-nos o seu exemplo e ensinamento sobre a nobreza e santidade da família. Quis ter uma mãe e um pai (adotivo), e foi obediente e submisso a eles (cf Lc 2,51). Jesus não precisava ter um pai terreno, já que o Seu Pai é o próprio Deus. Mas Ele quis ter um pai adotivo, legal, como chamavam os judeus. Quando José quis abandonar Maria, em silêncio, para não difamá-la, Deus mandou o Anjo dizer-lhe: “José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois, o que nela foi concebido veio do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho a quem tu porás o nome de Jesus”  (Mt 1,20-21). É como se Deus dissesse a José: eu preciso de você, eu quero você para ser o pai diligente da sagrada Família. Os pais geram os filhos, mais aqui é o Filho quem escolhe o seu pai.

A Família de Nazaré nos dá uma lição de vida familiar. Como disse Paulo VI: “Que Nazaré nos ensine o que é família, sua comunhão de amor, sua beleza austera e simples, seu cárater sagrado e inviolável…  Uma lição de trabalho…” (05/01/64). A família é uma escola de virtude e de santidade para todos. Vivendo na família de Nazaré, Jesus nos ensinou a importância da submissão e obediência dos filhos aos pais. Ele, mesmo sendo Deus, se fez obediente àqueles que Ele mesmo criou e escolheu para seus pais. Cumpriu em tudo o quarto mandamento que manda “honrar” os pais. Mais do que ninguém obedeceu à Palavra de Deus que diz:
“Quem honra sua mãe é semelhante àquele que acumula um tesouro”. “Quem teme o Senhor honra pai e mãe” (Eclo 3).
É porque a família é hoje tão ofendida pelas pragas da imoralidade, que a sociedade paga um alto preço social: jovens deliquentes, crianças abandonadas, pais separados, homens e mulheres frustrados, tanta violência, tanto crime, tanta morte…
Essas pobres crianças e jovens desorientados, que vivem pelas ruas, perdendo-se nas drogas, no crime, na violência, na homossexualidade e nas bebidas, etc., apenas estão buscando com isso um pouco de calor humano, afeto, que deveriam ter recebido em suas famílias, e não receberam.
O Catecismo diz que a família “é a sociedade natural onde o homem e a mulher são chamados ao dom de si no amor e no dom da vida. A família é a comunidade na qual, desde a infância, se podem assimilar os valores morais, em que se pode começar a honrar a Deus e a usar corretamente a liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade”  (nº 2207).
“É no seio da família que os pais são para os filhos, pela palavra e pelo exemplo… os primeiros mestres da fé”, ensina a Igreja (LG, 11). “É na família que se exerce de modo privilegiado o sacerdócio batismal do pai de família, da mãe, dos filhos, de todos os membros da família, na recepção dos sacramentos, na oração e na ação de graças, no testemunho de uma vida santa, na abnegação e na caridade ativa. O lar é assim a primeira escola de vida cristã e uma escola de enriquecimento humano. É ai que se aprende a fadiga e a alegria do trabalho, o amor fraterno, o perdão generoso e mesmo reiterado, e sobretudo o culto divino pela oração e oferenda de sua vida” (Cat. § 1657).
Essas palavras do Catecismo mostram que o lar é a escola das virtudes humanas; logo, lugar de santificação. Para os pais, a vida conjugal é uma oportunidade riquíssima de santificação, na medida em que, a todo instante, precisam lutar contra o próprio egoísmo, soberba, orgulho, desejo de dominação, etc., para se tornar, com o outro, aquilo que é o sentido do matrimônio: “uma só carne”, uma só vida, sem divisões, mentiras, fingimentos, tapeações, birras, azedumes, mau-humor, reclamações, lamúrias, etc.
A luta diária e constante para ser “exemplo para os filhos”, para manter a fidelidade ao outro, para “vencer-se a si mesmo”, a fim de se construir um lar maduro e santo, faz com que caminhemos para a na nossa santificação. O amor do casal é o sinal e o símbolo do amor de Deus à humanidade, e amor de Cristo à Igreja (cf. Ef 5,21s). Ao se por a caminho para conquistar “esse amor”, o casal se santifica.
A busca da unidade profunda como a do “café com o leite”, o desafio de “construir o outro”, alguém querido, a solução conjunta de todos os problemas, o diálogo frequente e amoroso, o respeito mútuo, enfim, a busca da maturidade essencial para a vida a dois, tudo isso santifica o casal. Além do mais, o conhecimento profundo do “mistério do outro”, a luta para aceitá-lo e entendê-lo, para ajudá-lo a crescer, a paciência, o perdão dado, as renúncias de cada dia, a atenção com  o outro para vencer a frieza e a monotonia, o cuidado do lar, da roupa, da comida, do estudo dos filhos, etc., tudo isso concorre para que os pais se santifiquem mutuamente. Deus quis assim, e fez do casamento uma grande escola de santidade. O casal que quiser atingir a perfeição matrimonial, como é o desígnio de Deus, naturalmente chegará à santidade. A casa é para o casal e os filhos, o que o mosteiro é para o monge.
A luta que travamos conosco mesmo para aceitar e suportar os defeitos do outro, a cada dia, com paciência e compreensão, faz-nos santos. As cruzes do lar, o desemprego, as doenças, as dúvidas, os vícios do cônjuge, a dificuldade com os parentes, a preocupação com os problemas dos filhos, etc., tudo isso, torna-se no casamento como que o “fogo” que queima as ervas daninhas de nossa alma e nos encaminha para a perfeição cristã.
É preciso saber aproveitar toda e qualquer dificuldade do lar para fazer dela um degrau de crescimento na fé e no amor a Deus, pois “tudo concorre para o bem dos que amam a Deus” (Rom 8,28).
Por outro lado, a enorme tarefa que Deus confia aos pais, na geração e na educação dos filhos, o exercício dessa missão sagrada coopera para a santificação deles. O Catecismo diz que:
“O papel dos pais na educação dos filhos é tão importante que é quase impossível substituí-los”. E que:“O direito e o dever de educação são primordiais e inalienáveis para os pais” (nº 2221; FC 36). Para cumprir com responsabilidade essa sagrada missão, os pais devem criar um lar tranquilo para os filhos, onde se cultive a ternura, o perdão, o respeito, a fidelidade e o serviço desinteressado. Aí deve ser cultivado a abnegação, o reto juízo, o domínio de si, para que haja verdadeira liberdade.
Diz o livro do Eclesiástico: “Aquele que ama o filho castiga-o com frequência; aquele que educa o seu fiho terá motivo de satisfação” (Eclo 30, 1-2). Esse “castiga-o com frequência” deve ser entendido como “corrige-o com frequência”. Mas São Paulo lembra que os pais não podem humilhar e magoar os filhos ao corrigí-los: “E vós, pais, não deis a vossos filhos motivo de revolta contra vós, mas criai-os na disciplina e na correção do Senhor” (Ef 6,4).
É claro que esse equilíbrio e dedicação que é exigido dos pais para educar bem os filhos, é motivo também de crescimento para os próprios pais. E é bom lembrar aos pais que saber reconhecer diante dos filhos, os próprios defeitos, não é humilhação e sim coerência, e isto facilita guiá-los e corrigi-los, como ensina o próprio Catecismo (nº 2223).
“Os filhos, diz o Catecismo, por sua vez, contribuem para o crescimento de seus pais em santidade. Todos e cada um se darão generosamente e sem se cansarem o perdão mútuo exigido pelas ofensas, as rixas, as injustiças e os abandonos. Sugere-o a mútua afeição. Exige-o a caridade de Cristo” (§ 2227; Mt 18,21-22).
Para os filhos, o dever de honrar os pais, estabelece um verdadeiro programa de santificação. Lembra a Palavra de Deus aos filhos: “Honra teu pai de todo o coração e não esqueças as dores de tua mãe. Lembra-te que fostes gerado por eles. O que lhes darás pelo que te deram?  (Eclo 7,27-28).
Um filho sábio escuta a disciplina do pai e o zombador não escuta a reprimenda” (Pr 13,1). “Filhos, obedecei em tudo a vossos pais, pois isso é agradável ao Senhor” (Cl 3,20; Ef 6,1).
“Aquele que respeita o pai obtém o perdão dos pecados, o que honra a sua mãe é como quem ajunta um tesouro. Aquele que respeita o pai encontrará alegria nos filhos e no dia de sua oração será atendido” (Eclo 3,2-6).  “Honra teu pai por teus atos, tuas palavras, tua paciência, a fim de que ele te dê a sua benção, e que esta permaneça em ti até o último dia da tua vida.”
A benção paterna fortalece a casa de seus filhos; a maldição de uma mãe a arrasa até os alicerces” (9-11). Um filho abençoado pelos pais é um filho abençoado pelo próprio Deus, porque “a paternidade humana tem a sua fonte na paternidade divina” (CIC nº 2214).  Vemos assim que Deus estabeleceu a família como o meio privilegiado para a nossa salvação e santificação, tanto dos pais quanto dos filhos.

Prof.: Felipe Aquino

sábado, 23 de outubro de 2010

Carta de Deus pra você!

Carta de Deus para você



As palavras que você está prestes a ler são verdadeiras. Elas vão mudar a sua vida, se você as deixar. Porque elas vêm do próprio coração Deus. Ele te ama. E Ele é o Pai que você vem buscando por toda a sua vida. Esta é Sua carta de amor para você:



Meu filho...

Você talvez não Me conheça... (Sl 139:1)

Mas Eu sei tudo sobre você.

Eu sei quando se senta e quando se levanta (Sl 139:2)

Eu conheço todos os seus caminhos (Sl 139:3)

E até cada um dos fios dos seus cabelos são contados por Mim (Mt 10:29-31)

Porque você foi criado à Minha imagem... (Gn 1:26-27)

Em Mim, você vive, anda e existe (At 17:28)

Pois você é Minha continuidade

Eu já lhe conhecia mesmo antes de você ser concebido (Jr 1:4-5)

**Porque Eu escolhi você quando planejava a criação... (Ef 1:4)

Você não é um erro

Porque todos os seus dias estão escritos em Meu livro (Sl 139:14-16)

Eu determinei o momento exato do seu nascimento

E onde viveria (At 17:26)

Você foi feito de uma forma admirável e maravilhosa (Sl 139:14)

Eu o criei e cuidei no ventre de sua mãe (Sl 139:13)

E o tirei do ventre no dia em que você nasceu (Sl 71:6)

Eu tenho sido mal representado por aqueles que não Me conhecem (Jo 8:41-44)

Mas não Estou ausente ou zangado (I Jo 4:16)

pois sou a expressão completa de amor

E é Meu desejo derramar todo o Meu amor em você (I Jo 3:1)

simplesmente porque você é Meu filho e Eu Sou seu pai.

Eu ofereço a você mais do que seu pai terrestre poderia oferecer (Mt 7:11)

porque Eu Sou o Pai perfeito... (Mt 5:48)

Cada graça que você recebe vem de Minhas mãos, pois Eu sou seu provedor e supro todas as suas necessidades (Mt 6:31-33)

*Meu plano para o seu futuro tem sido sempre cheio de esperança (Jr 31:17; Cl 1:5,27)

Porque Eu te amo com um amor eterno (Jr 31:3)

Meus pensamentos sobre você são incontáveis como a areia na praia (Sl 139:17-18)

*E Eu me regozijo sobre você com cânticos (Jr 3:17)

Eu nunca vou parar de fazer o bem para você (Jr 32:40)

Porque você é Meu tesouro mais precioso (Ex 19:5)

Eu desejo te estabelecer com todo Meu coração e toda Minha alma (Jr 32:41)

E quero te mostrar coisas incríveis e maravilhosas (Jr 33:3)

Se você Me buscar com todo o seu coração, você Me encontrará. (Jr29:13)

Se deleite em Mim e Eu darei a você os desejos do seu coração (Sl 37:4)

pois fui Eu quem colocou esses desejos em você (Fp 2:13)

Eu Sou capaz de fazer mais por você do que podes imaginar (Ef 3:20) pois

Eu Sou o seu maior encorajador (2Ts 2:16-17)

Sou também o Pai que conforta você em todas as suas dificuldades (2Co 1:3)

Quando seu coração está partido Eu estou perto de você (Sl 119:28)

Como um pastor carrega um cordeiro (Is 40:11)



Eu carrego você perto do Meu coração.

Um dia Eu enxugarei todas as lagrimas dos seus olhos (Ap21:3-4) e

Afastarei de você toda a dor que tenha sofrido nesta terra...

Eu Sou o seu Pai (Jo 1:12-13) e

Eu amo você assim como ao Meu Filho Jesus. Pois em Jesus,

Meu amor por você é revelado (Jo 17:22-26)

Ele é a representação exata do que Sou (Hb 1:3)

Ele veio para demonstrar que Eu estou contigo, e não contra ti (Jo 3:17)

e também para dizer a você que Eu não estou contando os seus pecados

Jesus morreu para que você e Eu pudéssemos nos reconciliar.

Sua morte foi a expressão suprema do Meu amor por você (Jo 3:16)

Eu desisti de tudo que amava para que pudesse ganhar o seu amor e,

se você receber a Palavra do Meu Filho Jesus, você irá Me receber!

E nada poderá separar você do Meu amor outra vez...

Venha para casa e Eu vou fazer a maior festa que o céu já viu (Lc 15:7)

Eu sempre fui um Pai e sempre serei Pai...

A Minha pergunta é: você quer ser Meu filho? (Jo 1:12-13)

Eu estou esperando por você... (Lc 15:20-24)



*Ame o seu Pai, o Deus todo poderoso!



*Desfrute deste Deus maravilhoso diariamente, pois é este o Seu anelo: que permaneçamos em Sua presença!



Jesus Cristo é o nosso Senhor!





Queridos filhos do céu... um bom dia a todos, e que o Senhor nos cumule de todas as bençãos espirituais!

domingo, 17 de outubro de 2010

São José - Espiritualidade


A Tradição Católica, desde a antiguidade cristã, sempre prestou um culto reverencial à São José, esposo de Maria e patrono universal da Igreja.
Por vontade divina a figura de José sempre esteve associada à de Maria e de Jesus. Por ser da ‘casa de Davi’, deu a Jesus a descendência e a continuidade da realeza e a realização das promessas feitas outrora por Deus. Sendo assim vemos José como o homem da história, o homem escolhido pelo Pai, o homem que permitiu que a vontade de Deus realizasse não somente em sua vida, mas no mundo. A fiel colaboração e participação de José contribuíram para a salvação e o resgate do mundo. Por isso São José é o padroeiro do resgate e por ser esposo de Maria tornou-se o pai do Resgatador. São José é o padroeiro de toda ação resgatadora dos Filhos do Céu.
Servo fiel e prudente a quem Deus confiou sua família e as primícias da Igreja, São José colaborou diretamente para o resgate do mundo ao aceitar Maria e o fruto do seu ventre, Jesus, o Salvador.
São José é o exemplo do homem que cresceu na fé ao permitir que a vontade de Deus, já em andamento na vida de sua amada Maria, fosse definitivamente a sua vontade pessoal pela qual zelou e destacou. São José foi o homem que fez a passagem, a travessia do receio à confiança e à superação do medo: “Enquanto assim pensava, eis que um anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos e lhe disse: José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo" (Mt 1,20), da insegurança à esperança de ver e contemplar a realização das promessas de Deus. Junto a Maria participou das dores e alegrias de Jesus.
Jesus, o esperado pelo povo e o prometido pelos profetas, foi o grande prêmio de São José. Ele teve a graça de ter Jesus entre seus braços e a graça de abraçá-Lo definitivamente e por toda a eternidade. Juntamente com Maria, teve a graça de contemplar por primeiro o Resgatador do mundo nascido em Belém, a realização das promessas de Deus. São Bernardino de Sena dizia sobre São José: “Ele foi escolhido pelo Pai eterno para ser o guarda fiel e providente dos seus maiores tesouros: o Filho de Deus e a Virgem Maria”. Como foi zeloso guardador dos tesouros dos céus, são José é hoje o zeloso guardador dos Filhos do Céu.
Soa José é um homem do silêncio e muito pouco aparece na Bíblia; as citações que dizem de São José estão totalmente em função de Jesus. A figura de São José está intimamente ligada à de Jesus, como deve ser o consagrado Filho do Céu. Em silêncio São José sempre respeitou o mistério, e por esta sua virtude, foi associado ao mistério do resgate do mundo.
São José está intimamente ligado à Igreja que nasceu com Jesus e por esta associação ele é o protetor e padroeiro de nossa Igreja Católica, por seu trabalho, o padroeiro dos trabalhadores, por sua esposa e fidelidade, o protetor das famílias, por sua obediência a Deus e docilidade ao Espírito Santo, o padroeiro dos Filhos do Céu.
Ao contemplarmos a figura de São José constatamos que hoje Deus precisa de Filhos do Céu como São José: consagrados que vivam a fé, a santidade, a abertura ao plano de Deus, a obediência, a pureza, a justiça, a missão para tornar Jesus mais conhecido, amado e adorado. Na vida e de São José realizou-se o que o apóstolo Paulo proclamou: “Tudo o que fizerdes, fazei-o de coração, como para o Senhor e não para os homens” (Cl 3,23), por isso no final de sua vida ouviu do próprio Criador: “Servo bom e fiel! Vem participar da alegria do teu Senhor” (Mt 25,21).
O homem do trabalho, do silêncio, da fidelidade e da família intercede, juntamente com Maria, por todos os Filhos do Céu e por todos os pobres e sofredores, de modo particular pela Igreja e pelas famílias, pela nossa missão de resgatar a dignidade dos filhos de Deus. Para nós a sua vida virtuosa é uma escola de santidade para os Filhos do Céu.
São José é o modelo de serviço, de dedicação e colaboração preciosa para a implantação do reino. Sempre em silêncio, não poupou esforços em fazer a vontade de Deus por um espírito e prática de obediência. Nisto consiste a beleza de São José, uma beleza virtuosa e exemplar para os Filhos do Céu.
Por fim, em São José constatamos um ‘sim’ que resgata, um silêncio que resgata, um trabalho que resgata, uma obediência que resgata, um espírito de oração que resgata, uma simplicidade e discrição que resgatam.
Sob a proteção de São José confiemos nossa comunidade de aliança, nossas famílias, nossas vocações e nossa grande missão de Filhos do Céu.





fonte: Ricardo Padella fdc, fundador da comunidade Filhos do Céu.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

QUER NOS CONHECER???

MEUS AMADOS

POSTO COM EXCLUSIVIDADE UM VIDEO QUE CONTA A HISTÓRIA E NOSSO TRABALHO!!!
VEJAM O VIDEO NOS CONHEÇA, ORE POR NÓS E POR NOSSA MISSÃO...

QUER NOS CONHECER???

ASSISNTAM O VIDEO!



e parabéns a nossa linda comunidade que está crescendo em tamanho e sabedoria!!!


VALE A PENA RELER DE NOVO!!!


Nossa Senhora Causa de Nossa Alegria

Nossa espiritualidade pascal está associada intimamente à Virgem Maria: acolhendo e dando-nos Jesus, Nossa Senhora deu-nos o Salvador e Resgatador. Em Jesus fundamenta-se nossa mais profunda alegria e júbilo e em Maria o exemplo de acolhida generosa do Senhor e o modelo de seguimento, tornando-nos cada dia mais discípulos e missionários do Mestre e Salvador.
A vitória pascal de Jesus Cristo foi também a vitória de sua Mãe. Sua vitória prefigura-se desde o instante em que o Pai pensou em uma Mãe para o Seu Amado Filho.
Nossa Senhora da Alegria é a “cheia de graça” (Lc 1,28), aquela que foi envolvida pelo próprio Espírito Santo e tornou-se assim seu templo e a Mãe do Salvador e a “bem-aventurada porque acreditou” (Lc 1,45). Pela fé e fundamentação bíblica nós acolhemos a Virgem Maria como nossa Mãe, obedecendo às palavras e vontade do Senhor Jesus que, no momento máximo do resgate, ofereceu-nos sua Mãe como nossa Mãe: “Filho, eis ai tua mãe” (Jo 19,27). Ao Senhor somos eternamente gratos por ter-nos dado tão precioso dom.
A confirmação da vocação da Virgem Maria deu-se em Pentecostes. O próprio Espírito Santo que a revestiu com sua Graça (Lc 1,35), em Pentecostes confirma sua eleição e unção (At 1,14). Por isso sua alma engrandecia e rejubilava-se no seu Senhor (Lc 1,46ss).
Nossa Senhora da Alegria, Mãe e Padroeira dos Filhos do Céu, alegrou-se pela visita do Anjo e a encarnação do Verbo; pela fecundidade missionária e pelo espírito de serviço do qual foi revestida; por ser a primeira a contemplar o seu Senhor; por apresentá-Lo para ser reconhecido e adorado pelas nações. Aquela que foi a escolhida para ser o templo do Altíssimo rejubilou ao vê-Lo na ‘casa do Pai’, no Templo. Porém entre tantas alegrias nada compara-se a exultação que Maria viveu pela ressurreição de seu Filho Jesus; neste momento suas esperanças realizam-se definitivamente e seu ‘sim’ era recompensado pela vitória de seu Amado Filho e Senhor. Por uma vida de júbilo, de fé, de solidariedade para com todos e de esperança a Virgem Maria foi coroada pelo próprio Deus na glória dos céus.
Maria, dando-nos Jesus, deu-nos através d’Ele o perdão e a vida eterna que tornou-nos filhos amados e herdeiros do Reino dos céus. À sua mediação somos profundamente gratos e a ela sempre recorremos.
Nossa Senhora da Alegria traz em si a mensagem da Boa-Nova e do Reino. Sua entrega sem reservas a Deus e à missão de seu Filho Jesus levou-a a trabalhar ardorosamente pelo resgate do mundo.
Sob a proteção de Nossa Senhora da Alegria colocamos nossa comunidade de Aliança e testemunhamos ao mundo que somos Filhos do Céu e filhos da Virgem Maria, Mãe de nosso resgatador Jesus Cristo.



pe.Alcindofdcc
(diretor espiritual da Comunidade Filhos do Céu)

domingo, 3 de outubro de 2010

Comemoração de 2 anos de Vida!!!



Ontem na cidade de Nova Odessa, comemoramos na Igreja Santa Josefina Bakhita mais um ano de existencia, claro iniciamos ontem uma grande festa que terminará na Terça - Feira com confraternização e Oração na Casa de Missão (apenas os membros internos)!
É motivo de festa pra todos nós por isso hoje o post é um especial de comemoração de 2 anos Aliançados no amor e no coração de DEus!!!!

Um pouco de nossa história!

Tudo nasceu, através de uma partilha, Ricardo nosso fundador em oração tomou a palavra de Deus nas mãos e sentiu a voz doce e clara do Senhor a dizer o seu desejo! Logo após começou a partilhar a palavra com aqueles que o Senhor colocará em seu coração para essa missão!
DEpois de muita partilha e oração decidimos fazer nossa primeira reunião para orarmos e ver o que o Senhor desejará de nós, tal reunião de oração aconteceu no dia 05/10/2008.
Estavam presentes os membros fundadores da Comunidade juntamente com o diretor espiritual Padre Alcindo, oramos, escutamos a Deus, sua voz foi clara ele nos pedia CONFIANÇA, CORAGEM , DE NÃO TER MEDO EM ASSUMIR A VONTADE DELE E OS SONHOS DELE PRA NÓS...Deus nos direcionou na sua palavra em Lc 17, 7 - 10, onde nos pede que sejamos apenas simples servos e em Lc 18, 15-17, para sermos como crianças, sem medo de correr o risco nos braços do Pai, lemos e relemos os texto, discutimos, oramos juntamente com o Padre (o mesmo nos fez algumas considerações) e caminhamos, rumo ao novo projeto que Deus tinha sonhado pra nós!!!!

Permanecemos nos reunindo e orando semanalmente por mais de um ano até que decidimos tomar a maior decisão de nossas vidas, A CONSAGRAÇÃO, ato acontecido em 25/10/2009.
Hoje Deus nos tem levado em suas mãos, claro em meio a tribulações e alegrias, temos juntamente com a comunidade local (e futura paróquia) Santa Josefina Bakhita nossa casa de missão onde visamos atender a comunidade de acordo com suas necessidades nas celebrações Eucaristicas, casamentos e etc... mas também a necessidade espiritual do povo, com atendimento de oração e apoio ao incentivo com aulas de violão, voz e etc...claro que isso acontece com o apoio de alguns voluntários e dos próprios missionários!

Hoje contamos com 13 membros, sendo 05 consagrados e 07 resgatados (nome dado aos novos membros) enfim...um breve cometário sobre essa comunidade que é linda aos olhos de Deus. Como diz nosso diretor espiritual, TEMOS UM LONGO CAMINHO A PERCORRER JUNTOS, e essa verdade faz parte de nossa essência como comunidade o CAMINHAR JUNTO... uma nova fase nos espera, um novo caminho trilhamos com as bençãos de Nossa Senhora da Alegria e de SAnta Josefina Bakhita nossos pilares e baluartes rumo ao centro da vontade de Deus!









Foi um momento muito importante e especial para todos nós consagrados e resgatados sem falar dos voluntários, que tiveram e tem um papael significativo para a comunidade! Logo acima como viram postei algumas fotos da celebração, para que todos nos conheçam mais...orem por nós!!!

E desde já agradecemos o carinho de toda a comunidade SANTA JOSEFINA BAKHITA - NOVA ODESSA - e a todos os simpatizantes e voluntários de nossa comunidade!!!

Deus abençõe a todos!!!!!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

FESTA DOS ARCANJOS




Em hebraico (mal’ak) e em grego (ánghelos), anjo significa “enviado”, “mensageiro”, ou seja, “missionário de Deus”. Sabemos – por ensinamento de Santo Tomás de Aquino, o “Doutor Angélico” – que os anjos se dividem em três hierarquias, cada uma composta por nove coros. A terceira hierarquia, composta pelos serafins, querubins e tronos, é a mais “privilegiada”, os anjos que a compõem vivem ao redor do trono de Deus, contemplando sua glória e cantando seus louvores. Pela luz que é comunicada a eles, vinda do trono de Deus, são instrumentos de aperfeiçoamento das demais hierarquias. Os anjos da segunda hierarquia povoam os espaços celestes (cf. Ef 6,12). Encontram-se entre o céu e a terra. Ajudam a melhor governar o mundo e combatem as hierarquias infernais. São, portanto, grandes defensores da humanidade. Essa hierarquia é composta pelas dominações, virtudes e potestades. A primeira hierarquia é composta pelos principados, arcanjos e anjos, que vivem na terra, ao lado dos homens. Os arcanjos são aqueles a quem Deus confia missões extraordinárias da fé e revelações de realidades acima da compreensão humana. Nesse coro encontram-se São Miguel, cujo nome significa “Quem como Deus?” (cf. Ap 12,10), São Rafael, “Deus cura” (cf. Tb 5,4) e São Gabriel, “Força de Deus” (cf. Lc 1,26), cujas festas eram celebradas a 29 de março, a 24 de outubro e a 24 de março respectivamente. Mas o novo calendário reuniu em uma só celebração a festa destes arcanjos, no dia 29 de setembro. Esta data foi escolhida por corresponder à da consagração a igreja dedicada a São Miguel, no século V, a seis milhas da via Salária. São Miguel São Miguel, antigo padroeiro da sinagoga, é agora padroeiro de toda a Igreja católica. Chefe dos arcanjos, é a figura angélica mais nobre das Sagradas Escrituras. Foi cultuado desde os primeiros séculos da história do cristianismo. É venerado por sua coragem no momento da queda dos anjos, em que Lúcifer seduziu um terço dos anjos do céu e, ao querer tomar o trono de Deus, veio Miguel, liderando os dois terços que permaneceram fiéis a Deus, e expulsou satanás e seus anjos decaídos (cf. Ap 12,7-9). Miguel protege o povo eleito (cf. Dn 10,13), combate contra satanás (cf. Ap 12,7ss), no juízo universal intervirá em favor do povo de Deus (cf. Dn 12,1-2). Célebre e muito antigos são os santuários a ele consagrados em Puglia (Itália, 491) e em Mont-Saint-Michel (França). Em Roma, foi-lhe dedicado o Mausoléu de Adriano, porque no século VI, enquanto Gregório Magno fazia uma procissão para esconjurar a peste, apareceu em cima do sepulcro do imperador romano Adriano o arcanjo Miguel com a espada levantada e a peste cessou, então o povo passou a chamar o referido Mausoléu de Castelo de Sant’Angelo (Santo Anjo). Depois, São Miguel auxiliou a alguns santos em sua missão. Citamos como exemplo Santa Joana d’Arc e São Geraldo Magela. Invoquemo-lo nas tentações e dificuldades, para que nos dê coragem de vencê-las e, nos sofrimentos, para que nos conforte. São Gabriel Sabe-se pouco sobre este arcanjo, mas sabe-se que Gabriel é anunciador por excelência das revelações divinas. É o anjo das belas e alegres notícias, como o nascimento de João Batista, o precursor, e depois o nascimento de Jesus. Também ele explica ao profeta Daniel como se dará a plena restauração, da volta do exílio ao advento do Messias. Ele tem um grande prestígio até mesmo entre os maometanos.
São Rafael
São Rafael é citado apenas em um livro da Bíblia. É o acompanhante do jovem Tobias, daí lhe vem a função de guia de todos os que viajam. Ele ainda sugeriu a Tobias o remédio para a cura da cegueira do pai, por isso é invocado como curador e protetor dos farmacêuticos. Também orientou a libertação do demônio que agia no matrimônio de Sara, por isso é invocado como protetor dos casais. Bibliografia consultada: Festa dos Anjos. Maná, ano 9, n. 41, set/94, pp.37-39, Fortaleza: Shalom. Menezes, Goretti Bezerra de. As criaturas invisíveis de Deus. Maná, ano 3, n. 6, set/1988, pp. 20-24, Fortaleza: Shalom. Paiva Filho, Alberto. As criaturas invisíveis de Deus. Maná, ano 4, n. 7, mar/1989, pp. 23-228, Fortaleza: Shalom. Sgarbossa, Mario e Giovannini, Luigi. Um santo para cada dia. 4 ed. São Paulo: Paulus, 1996.

CONFIRA UMA MÚSICA SOBRE SÃO MIGUEL ARCANJO INTERPRETADO PELO CANTOR RICARDO SÁ:


Qual é a hora?